terça-feira, 16 de outubro de 2012

Em Hebreus, no capítulo 11, versículo 1 lemos que...


A fé verdadeira é a obediência confiante à palavra de Deus apesar de circunstâncias ou consequências. A fé é descrita de uma forma dupla. É “a certeza daquilo que esperamos” e “a prova das coisas que não vemos.” A fé é onde as promessas e o trabalho do Deus são feitos verdadeiros aos Seus remidos e é vital ao cristão.

Efésios 2:8-9, somos salvos pela fé.
Romanos 1:17, nós vivemos pela fé.
Romanos 4:13, recebemos a justificação pela fé.
Romanos 5:1, somos justificados em Cristo pela fé
Romanos 5:2, temos acesso a graça de Deus pela fé.
2 Coríntios 1:24, nos mantemos firmes em nossa crença pela fé.
Gálatas 3:14, recebemos a promessa do Espírito pela fé.
1 Timóteo 1:4, nós fazemos o trabalho de Deus pela fé.
Gálatas 5:5, aguardamos o retorno de Cristo pela fé.

Segundo o dicionário Americano Webster a fé e descrita como: “uma crença inquestionável que não necessita de prova ou evidência.”

A fé é um dever fundamental para todo crente: “Perguntaram-lhe então: Que devemos fazer para obedecer à vontade de Deus? Jesus respondeu, e lhes disse: A vontade de Deus é que creiam naquele que ele enviou.” - João 6:28-29

A fé é uma arma defensiva na guerra espiritual: “Além disso, usem o escudo da fé, com o qual vocês poderão apagar todas as setas inflamadas do Maligno.” - Efésios 6:16

A fé é fundamental na oração: “Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedido. Peça-a, porém, com fé, sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento.” – Tiago 1: 5-6

Deus planejou uma maneira de distinguir entre aqueles que pertencem a Ele e aqueles que não, e se chama fé. Simplesmente, precisamos ter fé para agradar a Deus. Deus nos diz que agradamos a Ele se nós acreditamos Nele, embora não possamos vê-Lo. A fé é um elemento indispensável para agradar a Deus. Hebreus 11:6 nos diz que “Ele recompensa aqueles que o buscam.” Isso não quer dizer que temos fé em Deus apenas para obter algo Dele. No entanto, Deus ama e abençoa aqueles que são obedientes e fiéis. Vemos um exemplo perfeito em (Lucas 7:50). Jesus está empenhado em diálogo com uma mulher pecadora, quando Ele nos dá um vislumbre da razão pela qual a fé é muito gratificante. “A tua fé te salvou, vai em paz.” A mulher acreditou em Jesus Cristo, pela fé, e Ele a recompensou por isso.

Finalmente, a fé é o que nos sustenta até o fim, sabendo pela fé que vamos estar no céu com Deus por toda a eternidade. “Mesmo não o tendo visto, vocês o amam; e apesar de não o verem agora, crêem nele e exultam com alegria indizível e gloriosa, pois vocês estão alcançando o alvo da sua fé, a salvação das suas almas.”- 1 Pedro 1:8-9.

A fé é de vital importância na vida do cristão. É pela fé que você está salvo, você é justificado; limpo, e esta ansiosos para o retorno de Jesus. Pela fé é como você agrada a Deus, admite sua dependência Dele e busca continuamente a confiar Nele e Sua graça.

A Fé




Depois de se ter oficialmente dado início ao novo Ano Pastoral, intitulado Ano da Fé, fiz algumas pesquisas e encontrei sobre a Fé alguns apontamentos, dignos de registo e que merecem ser partilhados. No fim desta postagem estarão os devidos créditos a quem publicou ou escreveu este artigo.


"A fé necessária para começar a ter um bom relacionamento com Deus e fé verdadeira que é preciso para começar um relacionamento pessoal e íntimo com Deus é:

  • 1. Acreditar que Deus existe, e que Ele é o criador de todas as coisas. Sem fé é impossível agradar a Deus e a fé é razoável, porque existam muitas provas da existência de Deus.
  • 2. Acreditar que a Bíblia é a palavra de Deus e tem autoridade final em todos os assuntos de doutrina e fé.
  • 3. Acreditar nas verdades bíblicas acerca de Jesus Cristo, Deus, de si próprio, do mundo, e da salvação. Isto implica compreensão do ensino da Bíblia sobre determinados assuntos porque fé tem de estar baseada na Palavra de Deus.
  • 4. Não é só crer certas coisas, mas sim, e um elemento activo de confiar pessoalmente na pessoa de Jesus, ou seja, crer na fidelidade, no poder e na Sua capacidade para lhe perdoar, cuidar e amar.
  • 5. Acreditar que Jesus, sendo Deus em forma humana, morreu para pagar pelos pecados da humanidade e que através do Seu sangue podemos receber perdão dos nossos pecados (salvação) e o dom do Seu Espírito Santo.
  • 6. A fé para a salvação está baseada em Jesus e não na igreja, nem nos sacramentos. Temos que confiar totalmente em Jesus e naquilo que Ele tem feito por nós na cruz.
  • 7. Temos que acreditar que Jesus nos aceita tal e qual como somos por causa do seu sacrifício no nosso lugar e que não podemos fazer nada para ganhar mérito e obter salvação pelas nossas próprias obras. Salvação é um dom de Deus e é preciso recebê-la pela fé.




A vida da fé:
Uma vez que tenhamos recebido o dom de salvação pela fé, temos que andar diariamente nesta mesma fé.

A fé começa com uma expectativa de que tudo de que Deus fala se vai cumprir. Quando temos a firme expectativa sobre o que Deus fala na Bíblia sobre o nosso destino futuro e o futuro deste mundo, podemos começar a ter fé nas coisas mais pequenas. Se não temos fé nas coisas espirituais que a Bíblia nos ensina, vai ser difícil ter fé no dia-a-dia.

A fé vê o invisível, sendo consciente da realidade espiritual à nossa volta. Quando deixamos de crer no invisível, a nossa esperança morre. A base de fé é os dois ingredientes da esperança e a consciência espiritual.

A fé não é um optimismo ingenuo que não olha à realidade. Temos de olhar para os problemas mas ao mesmo tempo temos de aprender a entregá-los nas mãos de Deus e confiar que Ele os resolverá. Fé foca a nossa atenção em Deus, que tudo pode.

Não é presunção, isto é pegar num princípio geral e aplicá-lo a qualquer situação, como por exemplo, deixar de tomar medicamentos porque queremos ser curado por Deus. A pessoa presunçosa tenta exigir que Deus faça aquilo que ela quer, em vez de procurar ouvir a Sua palavra específica para a situação em causa.

A nossa fé não pode crescer se não ouvimos a Palavra de Deus. Romanos 10.17 diz: ‘De sorte que a fé vem pelo ouvir e a ouvir pela palavra de Deus.’

A fé envolve confiança em Deus em vez de racionalizar os problemas com as nossas próprias mentes ou de tentar compreender como a fé funciona.

Deus prova a nossa fé para ver se é genuína e sincera, e se os nossos motivos sãos bons.

A fé é prática porque resulta. Deus recompensa a fé verdadeira que é activa e dinâmica. Não desistamos em oração até que recebamos o que pedimos.

Impedimentos da fé:
  • 1. Amigos incrédulos que provocam medo a fim de paralisar o crente.
  • 2. Circunstâncias desencorajadoras.
  • 3. Frieza ou falta de simpatia na igreja.
  • 4. Zombadores.
  • 5. Demora divina ou medo que Deus não vai responder ao nosso pedido.
  • 6. Teimosia em não obedecer a Deus.
  • 7. Uma mente analítica demais.
  • 8. Uma personalidade que preocupa demais
  • 9. Prestar atenção às mentiras do diabo.
  • 10. Negligência em leitura Bíblica e oração.
  • 11. Desilusão, magoas, ou falta de perdão.
  • 12. Opressão do diabo.
  • 13. Focando obcecadamente em nossos problemas.


Coisas que aumentam a fé:

  • 1. Leitura (e até decorar versículos) da Bíblia diariamente.
  • 2. Oração activa a Deus.
  • 3. A certeza que Deus o ama.
  • 4. Lembrando experiências passadas de quando Deus tem respondido a sua fé.
  • 5.Testemunhos dos outros de respostas à oração.
  • 6. Ambiente positiva de fé na igreja.
  • 7. Louvor através de cânticos que focam na majestade, grandeza, misericórdia, amor e graça de Deus."

Imagem: Internet

domingo, 30 de setembro de 2012

A Ti, meu Pai, me abandono




"A Ti, meu Pai, me abandono"

De 31 de Julho a 5 de Agosto, frei Inácio Larrañaga, o “Profeta da Oração”, orientou em Fátima um Retiro «Experiência de Deus». Participaram umas 430 pessoas, na maioria leigos das “Oficinas de Oração e Vida”. Várias religiosas. Sacerdotes, apenas 3. Representadas todas as Dioceses de Portugal, tendo vindo também alguns participantes da Espanha, da França e do Brasil.

Talvez pela última vez, tivemos o frei Inácio em Portugal. Aos 83 anos, este carismático capuchinho navarro, pensa interromper esta sua actividade pelo mundo dentro de uns dois anos.

Frei Inácio Larrañaga é um capuchinho sacerdote, nascido em Loiola e com residência em Santiago do Chile, mas calcorreando várias dezenas de países, levado da sua paixão por Cristo e pelos irmãos. Poeta, músico, escritor, místico, contemplativo… Em 1974 lançou-se na missão de promover os encontros da “Experiência de Deus”, aprofundando a graça e a arte de orar. Ainda na década de 70 orientou várias semanas em Portugal, algumas com a presença de 700 participantes. Em 1984, fundou as “Oficinas de Oração e Vida”, aprovadas em 1997 pela Santa Sé e presentes em mais de 50 países. Como serviço eclesial e apostólico, promovem a vida de comunhão com Deus, valorizando a sua Palavra na Bíblia e procurando o encanto por uma vida pacificada.

Alguns dos 17 livros de frei Inácio atingem as 500 edições, como «O Silêncio de Maria”, ou 200, como «Mostra-me Teu Rosto”.

Nos anos 70, vivia eu a apaixonante aventura eclesial dos Cursos do “Movimento por um Mundo Melhor”. Não usufruí, na altura, da “Experiência de Deus”, com o frei Larrañaga. O Pai, na sua bondade e sabedoria, tinha reservado esta semana de 2011 para que eu pudesse mergulhar neste Oceano de Silêncio, de Oração e Paz. A viver há uns tempos uma dura experiência de falta de visão, bem preciso de quem me ajude a abrir os olhos do coração. Para ver o Invisível. Para não tropeçar nas trevas da angústia e do desespero, enfrentando com serenidade a tempestade e as ondas e os ventos contrários…

São intensos os dias de Retiro. Pelos objectivos, muito ambiciosos – a “experiência de Deus”. Mas também pelo horário: das 7 da manhã, com a Oração sálmica, até pelas 11 da noite, conclusão da Eucaristia.

Destaco apenas uma das muitas dimensões saboreadas neste Encontro: a riqueza da reflexão e oração a partir dos Salmos. Cada manhã, o frei Inácio propõe-nos um salmo para a oração pessoal: uns quarenta e cinco minutos de reflexão, orientada por ele mesmo, embrenhando-se em perspectivas bíblicas, teológicas, existenciais, psicológicas; e outro tanto tempo de mergulho pessoal nesse Deus vivo e verdadeiro com que o salmista nos brinda. Só se sabe aquilo que vive. Busquemos o rosto de Deus, e tudo o mais se nos dará por acréscimo.

Assim, na manhã de segunda-feira, um delicioso aperitivo: o Salmo 63 – a sede do Deus vivo, único absoluto da nossa vida; na terça-feira, o Salmo 27 – a confiança inabalável no Deus-connosco, melodia que percorre toda a Bíblia; na quarta-feira, o Salmo 31 – o abandono filial nas mãos do Pai, banhando-nos no mar das bem-aventuranças dos abraços e ternuras do Pai; na quinta-feira, o Salmo 51 – a experiência pessoal da grande misericórdia do Pai, libertos de complexos de culpa; finalmente, o Salmo 139 – a mais perfeita oração de contemplação, envolvidos por Deus, por dentro e por fora.

Intenso foi o meu encontro e confronto com o Salmo 31. Para cada um dos momentos de reflexão ou celebração do Retiro, desloquei-me a pé ao Seminário do Verbo Divino. Quinze minutos. Passo apressado. Chegando a totalizar três horas de caminhada por dia. O caminhar, sabendo-se acompanhado pelo Jesus de Emaús, escutando a sua Palavra e sentindo a sua presença de Ressuscitado, de pés descalços e túnica branca, provoca em nosso coração um fogo que nos queima por dentro. E brota a festa e a alegria e a música. E a libertação. Tanto mais forte e profunda, quanto maior for a entrega nos braços do Pai. Desta vivência itinerante brotou uma nova “versão” para o Salmo 31 que, em forma de testemunho, partilhei na Eucaristia de quinta-feira à noite: “A Ti, meu Pai, me abandono”. Retirado agora do ficheiro “Cânticos no forno”, entrego-o aos irmãos e irmãs como gratidão pelo acolhimento carinhoso e oração solidária.

Continuemos na busca do rosto do Senhor. Atirando-nos para os seus braços de Abbá. Buscá-lo é encontrá-lo, segundo o testemunho experiencial de Santo Agostinho. Enchamos o nosso coração do Senhor e do seu Evangelho! Assim, como Francisco de Assis, com os olhos e o coração cheios do Altíssimo e Bom Senhor, poderemos encontrá-lo nos irmãos e nos peixes, nas flores e nas galáxias, nos regatos e nos oceanos, nos rouxinóis e nos lobos…

escrito por Acílio Mendes


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Claridade



Senhor,
mais uma vez estamos a viver
uma profunda intimidade.
Cada um de nós viu a sua vida
maravilhosamente invadida pela Tua vida.
Vivemos agora
a aventura da Tua vida na nossa existência, 
da Tua força na nossa fraqueza,
do Teu vigor na nossa debilidade.
A Tua luz penetrou nos caminhos do meu ser.
Tu és a luz da minha caminhada.
Tenho a certeza, Senhor, tenho a certeza
de que somente na Tua luz
poderei construir jubilosamente a minha vida.
Sei que Tu vives na luz
e quiseste-nos dar um pouco dessa luz.

Mas, infelizmente,
pela nossa parte tudo são trevas.
Senhor, os homens parecem gostar 
de caminhar nas trevas.
Parecem gostar de andar às cegas,
de olhos vendados. Não querem ver.
Este é também o meu pecado:
muitas vezes não quero ver.
Tenho medo que, ao examinar a minha vida,
me veja obrigado a mudar.
Eu Te suplico, Senhor, abre os meus olhos!
Neste momento de sinceridade, tenho a certeza, 
Senhor, tenho a certeza de que quero ver.
Deixe que a Tua luz penetre agora
nas trevas da minha vida.
Luz, Claridade, Resplendor. Luz que cega.
Claridade transparente. Clarão iluminante!
Eu quero ver, Senhor, eu quero ver! Ámen.
(frei Ignacio Larrañaga)


domingo, 9 de setembro de 2012

Vai valer a pena



O sentido do vídeo é tentar entender o sofrimento de Deus ao ver seu Filho Jesus morrer pra perdoar nossos pecados! Qual seria a nossa decisão, será que faríamos isso por quem não merece?

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Precisamos de Santos



"Precisamos de Santos sem véu ou batina.
Precisamos de Santos de calças de ganga e sapatilhas.
Precisamos de Santos que vão ao cinema,
ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que colocam Deus em
primeiro lugar, mas que também se ‘esforcem’ na faculdade.

Precisamos de Santos que tenham tempo para rezar
e que saibam namorar na pureza
e castidade, ou que se consagrem na sua castidade.

Precisamos de Santos modernos, Santos do século
XXI, com uma espiritualidade inserida no nosso tempo.

Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e
as necessárias mudanças sociais.
Precisamos de Santos que vivam no mundo, se santifiquem
no mundo, que não tenham medo de viver no mundo.

Precisamos de Santos que bebam coca-cola e comam hot-dogs,
que usem jeans, que sejam internautas, que usem walkman.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro,
de música, de dança, de desporto.
Precisamos de Santos que amem apaixonadamente a Eucaristia
 e que não tenham vergonha de tomar um ‘copo’
ou comer uma pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos,
alegres e companheiros.

Precisamos de Santos que estejam no mundo;
e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo,
mas que não sejam mundanos."

(Papa João Paulo II)

Faz-te ao largo...


Caros leitores deste blog, li este artigo da revista Boa Nova - actualidade missionária, e achei oportuno partilhar esse conteúdo convosco... 

Quando os pescadores se lançam ao mar, nunca têm a certeza do regresso. Cortar as amarras significa, para eles, deixar a terra, a família, os amigos, deixar tudo... só para estar no mar e pescar. 
A Igreja é um barco: só está no seu lugar se está no mar. Os pescadores somos nós, os cristãos. Se ficamos em terra, em terra fica a Igreja, e ficamos nós sem peixe e sem horizonte.
Para a Igreja ser Igreja, para os cristãos serem cristãos, temos todos de cortar as amarras e sair para o mar. Contentarmo-nos com uma pastoral caseirinha, circunscrita a um pequeno território (diocese ou paróquia), sem tentar o alto mar de tantos milhões e milhões de irmãos que podem entrar no barco da Igreja e, aí, partilharem connosco a beleza da Fé é deixar apagar a nossa, é deixar estiolar a herança recebida dos que se deram ao anúncio de Cristo, por nossa causa.
Todos o sabemos: a Igreja ou é missionária ou deixa de ser Igreja. Mas como se torna difícil "deixar tudo e seguir Jesus"!
Mas felizmente, existem missionários, ainda que sejam um número muitíssimo reduzido para as necessidades da pesca; padres, irmãs, leigos, leigas, que nome de Cristo, lá estão, como sinal e apelo a uma Igreja que não quer perder a sua identidade da Igreja de Cristo.
Este saber perder, dando, é a fórmula mais certeira para acender o fogo da nova evangelização nos territórios de longa tradição cristã, mas já maioritariamente apenas e só a tocar na fímbria do manto da fé e da vivência comunitária.
A renovação vem sempre da missão. Aqui, partir é chegar; dar é receber; cortar as amarras é virar lota cheia.
A missionariedade das dioceses e das paróquias que se voltam para os irmãos, de perto ou de longe, que ainda não conhecem Cristo e deixam partir os seus padres, leigos, irmãs até ficarem elas próprias em escassez de pessoal para atender à manutenção pastoral, tarde ou cedo, rebentarão de pujança e de testemunho cristãos.
O mar alto sempre chega à praia.
Nem é preciso acreditar; basta ir e... ver.

(Artur de Matos, in Boa Nova)