segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Perdoa-me, Senhor
Se, extenuado, caio no meio do caminho,
perdoa-me, Senhor.
Se o meu coração vacila, perante a dor,
perdoa-me, Senhor.
Perdoa a minha cobardia.
Perdoa as minhas hesitações.
A magnífica grinalda
que ofereci a Deus esta manhã,
já está a murchar,
a sua beleza, desvanece-se.
Perdoa-me, Senhor.
Imagem: Internet
oração retirada do livro Encontro - Manual de Oração, de Ignacio Larrañaga
Claridade
Senhor,
mais uma vez estamos a viver
uma profunda intimidade.
Cada um de nós viu a sua vida
maravilhosamente invadida pela Tua vida.
Vivemos agora
a aventura da Tua vida na nossa existência,
da Tua força na nossa fraqueza,
do Teu vigor na nossa debilidade.
A Tua luz penetrou os caminhos do meu ser.
Tu és a luz da minha caminhada.
Tenho a certeza, Senhor, tenho a certeza
de que somente na Tua luz
poderei construir jubilosamente a minha vida.
Sei que Tu vives na luz
e quiseste-nos dar um pouco dessa luz.
Mas, infelizmente,
pela nossa parte tudo são trevas.
Senhor, os homens parecem gostar
de caminhar nas trevas.
Parecem gostar de andar às cegas,
de olhos vendados. Não querem ver,
Este também é o meu pecado:
muitas vezes não quero ver.
Tenho medo que, ao examinar a minha vida,
me veja obrigado a mudar.
Eu Te suplico, Senhor, abre os meus olhos!
Neste momento de sinceridade, tenho a certeza,
Senhor, tenho a certeza de que quero ver.
Deixa que a Tua luz penetre agora
nas trevas da minha vida.
Luz. Claridade. Resplendor. Luz que cega.
Claridade transparente. Clarão iluminante!
Eu quero ver, Senhor, eu quero ver! Ámen.
Oração extraída do livro Encontro, manual de Oração, de Ignacio Larrañaga
Como um corpo...
Uma vez, os membros do corpo resolveram fazer uma greve contra o estômago... Protestavam por ele ser preguiçoso.
Os membros, revoltados, diziam:
- Ele aproveita-se do nosso trabalho e fica de folga.
Decidiram então que os pés não se movimentariam mais em busca de alimento. As mãos não levariam nada à boca. A boca cerraria os dentes para não mastigarem.
Aconteceu que, depois de um dia de greve, as pernas começaram a ficar sem forças, e o mesmo aconteceu ao coração e aos pulmões. Uma sensação de fraqueza espalhava-se por todo o organismo, dos pés à cabeça. O corpo começou a sentir tonturas e prestes a desmaiar...
Nessa altura, a cabeça descobriu que a greve tinha sido um erro. Castigando o estômago, estavam a matar todo o corpo. E a greve terminou. Consta que nunca mais decretaram greve.
É bem conhecida esta parábola dos membros do corpo. Já aparece na Bíblia. Cada um dos membros, uns externos e outros internos, contribuem harmoniosamente, cada qual na sua acção própria, para manter todo o corpo em vida. Nenhum deles pode passar sem os outros e todos são importantes.
Jesus Cristo, fundou a Igreja, no qual o baptizado é membro. Cada qual é diferente mas, unidos na fé, trabalham juntos na vinha do Senhor. Alguns membros, por exemplo, os bispos, sucessores dos Apóstolos, ocupam lugares de maior responsabilidade. Mas não há uns cristãos de primeira e outros de segunda.
Um bom motivo para ser cristão é que temos a alegria de pertencer a esta comunidade fundada por Jesus, a Igreja. Ele fez de nós, pelo baptismo, «pedras vivas» da sua Igreja. E sentimos uma grande alegria em sentir que somos um povo de irmãos, todos com a mesma dignidade e formando um só Corpo.
Imagem: Internet
Texto: retirado do jorrnal Cavaleiro da Imaculada
Os membros, revoltados, diziam:
- Ele aproveita-se do nosso trabalho e fica de folga.
Decidiram então que os pés não se movimentariam mais em busca de alimento. As mãos não levariam nada à boca. A boca cerraria os dentes para não mastigarem.
Aconteceu que, depois de um dia de greve, as pernas começaram a ficar sem forças, e o mesmo aconteceu ao coração e aos pulmões. Uma sensação de fraqueza espalhava-se por todo o organismo, dos pés à cabeça. O corpo começou a sentir tonturas e prestes a desmaiar...
Nessa altura, a cabeça descobriu que a greve tinha sido um erro. Castigando o estômago, estavam a matar todo o corpo. E a greve terminou. Consta que nunca mais decretaram greve.
É bem conhecida esta parábola dos membros do corpo. Já aparece na Bíblia. Cada um dos membros, uns externos e outros internos, contribuem harmoniosamente, cada qual na sua acção própria, para manter todo o corpo em vida. Nenhum deles pode passar sem os outros e todos são importantes.
Jesus Cristo, fundou a Igreja, no qual o baptizado é membro. Cada qual é diferente mas, unidos na fé, trabalham juntos na vinha do Senhor. Alguns membros, por exemplo, os bispos, sucessores dos Apóstolos, ocupam lugares de maior responsabilidade. Mas não há uns cristãos de primeira e outros de segunda.
Um bom motivo para ser cristão é que temos a alegria de pertencer a esta comunidade fundada por Jesus, a Igreja. Ele fez de nós, pelo baptismo, «pedras vivas» da sua Igreja. E sentimos uma grande alegria em sentir que somos um povo de irmãos, todos com a mesma dignidade e formando um só Corpo.
Imagem: Internet
Texto: retirado do jorrnal Cavaleiro da Imaculada
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
Qual seria a tua escolha?...
Uma mulher regava o jardim da sua casa e viu três idosos com os seus anos de experiência em frente ao seu jardim.
Ela não os conhecia e disse-lhes:
- Penso que não vos conheço, mas devem ter fome. Por favor entrem em minha casa para que comam algo. Eles perguntaram:
O homem da casa está?
-Não, respondeu ela, não está.
-Então não podemos entrar, disseram eles. Ao entardecer, quando o marido chegou,
ela contou-lhe o sucedido.
-Então diz-lhes que já cheguei e convida-os a entrar. A mulher saíu e convidou os homens a entrar em sua casa.
-Não podemos entrar numa casa os três juntos, explicaram os velhos.
-Por quê?, quis saber ela.
Um dos homens apontou para outro dos seus amigos e explicou:
O seu nome é Riqueza. Depois apontou para o outro. O seu nome é Êxito e eu chamo-me Amor.
Agora vai para dentro e decide com o teu marido qual de nós três desejam convidar para a vossa casa.
A mulher entrou em casa e contou ao seu marido o que eles lhe disseram. O homem ficou muito feliz: Que bom! Já que é assim então convidemos a Riqueza, que entre e encha a nossa casa.
A sua esposa não estava de acordo: Querido, porque não convidamos o Êxito?
A filha do casal estava a escutar da outra esquina da casa e veio a correr.
Não seria melhor convidar o Amor? O nosso lar ficaria então cheio de amor.
Escutemos o conselho da nossa filha, disse o esposo à sua mulher. Vai lá fora e convida o Amor para que seja nosso hóspede.
A esposa saíu e perguntou-lhes: Qual de vocês é o Amor? Por favor entre e seja nosso convidado.
O Amor sentou-se na sua cadeira e começou a avançar para a casa.
Os outros dois também se levantaram e seguiram-no.
Surpreendida, a mulher perguntou à Riqueza e ao Êxito:
Eu só convidei o Amor, porque vêm vocês também?
Os homens responderam juntos:
-Se tivesses convidado a Riqueza ou o Êxito os outros dois permaneceriam cá fora, mas já que convidaste o Amor, aonde ele vá, nós vamos com ele.
Onde houver amor, há também riqueza e êxito.
O MEU DESEJO PARA TI É. . .
Onde haja dor, desejo-te Paz e Felicidade.
Onde haja falta de fé em ti mesmo, desejo-te uma confiança renovada na tua capacidade para superá-la.
Onde haja medo, desejo-te amor e valor.
Que seu ser esteja repleto de AMOR !!!!!!
Texto e Imagem: Internet
Ela não os conhecia e disse-lhes:
- Penso que não vos conheço, mas devem ter fome. Por favor entrem em minha casa para que comam algo. Eles perguntaram:
O homem da casa está?
-Não, respondeu ela, não está.
-Então não podemos entrar, disseram eles. Ao entardecer, quando o marido chegou,
ela contou-lhe o sucedido.
-Então diz-lhes que já cheguei e convida-os a entrar. A mulher saíu e convidou os homens a entrar em sua casa.
-Não podemos entrar numa casa os três juntos, explicaram os velhos.
-Por quê?, quis saber ela.
Um dos homens apontou para outro dos seus amigos e explicou:
O seu nome é Riqueza. Depois apontou para o outro. O seu nome é Êxito e eu chamo-me Amor.
Agora vai para dentro e decide com o teu marido qual de nós três desejam convidar para a vossa casa.
A mulher entrou em casa e contou ao seu marido o que eles lhe disseram. O homem ficou muito feliz: Que bom! Já que é assim então convidemos a Riqueza, que entre e encha a nossa casa.
A sua esposa não estava de acordo: Querido, porque não convidamos o Êxito?
A filha do casal estava a escutar da outra esquina da casa e veio a correr.
Não seria melhor convidar o Amor? O nosso lar ficaria então cheio de amor.
Escutemos o conselho da nossa filha, disse o esposo à sua mulher. Vai lá fora e convida o Amor para que seja nosso hóspede.
A esposa saíu e perguntou-lhes: Qual de vocês é o Amor? Por favor entre e seja nosso convidado.
O Amor sentou-se na sua cadeira e começou a avançar para a casa.
Os outros dois também se levantaram e seguiram-no.
Surpreendida, a mulher perguntou à Riqueza e ao Êxito:
Eu só convidei o Amor, porque vêm vocês também?
Os homens responderam juntos:
-Se tivesses convidado a Riqueza ou o Êxito os outros dois permaneceriam cá fora, mas já que convidaste o Amor, aonde ele vá, nós vamos com ele.
Onde houver amor, há também riqueza e êxito.
O MEU DESEJO PARA TI É. . .
Onde haja dor, desejo-te Paz e Felicidade.
Onde haja falta de fé em ti mesmo, desejo-te uma confiança renovada na tua capacidade para superá-la.
Onde haja medo, desejo-te amor e valor.
Que seu ser esteja repleto de AMOR !!!!!!
Texto e Imagem: Internet
O frio que veio de dentro
Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve.
Teriam que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro.
Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse? eles o sabiam, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.
O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então ele raciocinou consigo mesmo:
- Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro.
E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais.
O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um círculo em torno do fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou:
- Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?
O terceiro homem era o negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento.
Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensinava. Seu pensamento era muito prático:
- É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem.
E guardou suas lenhas com cuidado.
O quarto homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve.
Ele pensou:
- Esta nevasca pode durar vários dias. vou guardar minha lenha.
O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.
O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosa das mãos, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido.
- Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos.
Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou.
Ao alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de Socorro disse:
- O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro.
Texto e Imagem: Internet
Teriam que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro.
Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse? eles o sabiam, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.
O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então ele raciocinou consigo mesmo:
- Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro.
E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais.
O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um círculo em torno do fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou:
- Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?
O terceiro homem era o negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento.
Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensinava. Seu pensamento era muito prático:
- É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem.
E guardou suas lenhas com cuidado.
O quarto homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve.
Ele pensou:
- Esta nevasca pode durar vários dias. vou guardar minha lenha.
O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.
O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosa das mãos, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido.
- Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos.
Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou.
Ao alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de Socorro disse:
- O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro.
Texto e Imagem: Internet
terça-feira, 29 de julho de 2014
A raposa e o lenhador
Existiu um lenhador viúvo que acordava às
seis da manhã e trabalhava o dia inteiro cortando lenha, e só parava tarde da
noite. Ele tinha um filho lindo, de poucos meses e uma raposa, sua amiga, tratada como
bicho de estimação e de sua total confiança.
Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho. Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com a sua chegada.
Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem, e portanto, não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança. O lenhador sempre retrucando com os vizinhos e falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
Os vizinhos insistiam:
- "Lenhador abra os olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando sentir fome, comerá seu filho!"
Um dia o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada...
O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa...
Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta...
O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar... e principalmente não tome decisões precipitadas...
Todos os dias o lenhador ia trabalhar e deixava a raposa cuidando de seu filho. Todas as noites ao retornar do trabalho, a raposa ficava feliz com a sua chegada.
Os vizinhos do lenhador alertavam que a raposa era um bicho, um animal selvagem, e portanto, não era confiável. Quando ela sentisse fome comeria a criança. O lenhador sempre retrucando com os vizinhos e falava que isso era uma grande bobagem. A raposa era sua amiga e jamais faria isso.
Os vizinhos insistiam:
- "Lenhador abra os olhos! A raposa vai comer seu filho. Quando sentir fome, comerá seu filho!"
Um dia o lenhador muito exausto do trabalho e muito cansado desses comentários ao chegar em casa viu a raposa sorrindo como sempre e sua boca totalmente ensanguentada...
O lenhador suou frio e sem pensar duas vezes acertou o machado na cabeça da raposa...
Ao entrar no quarto desesperado, encontrou seu filho no berço dormindo tranquilamente e ao lado do berço uma cobra morta...
O lenhador enterrou o machado e a raposa juntos.
Se você confia em alguém, não importa o que os outros pensem a respeito, siga sempre o seu caminho e não se deixe influenciar... e principalmente não tome decisões precipitadas...
Texto e Imagem: Internet
Um exemplo de se deve seguir...
Um dia para o testarem, os seus amigos combinaram armar uma situação em que, certamente, o levaria à irritação. Convidaram-no para um jantar e combinaram todos os detalhes com a empregada de mesa, que seria a responsável por atender à mesa reservada para aquela ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada, foi servida uma saborosa sopa. A garçonete se aproximou do homem, pela esquerda, e ele prontamente levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa. Mas ela serviu todos os demais e, quando chegou a vez dele, foi embora para outra mesa.
Ele, calmamente e em silêncio, esperou que a moça voltasse. Quando ela se aproximou, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez o seu na direção da funcionária, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou a seu lado, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando o saboroso aroma. E, como havia terminado sua tarefa, voltou à cozinha. Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos observavam, discretamente, para ver a sua reação.
Para surpresa dos amigos, o homem, educadamente, chamou a garçonete que se voltou, fingindo impaciência, e lhe disse: "O que o senhor deseja?" Ao que ele, naturalmente, respondeu: "senhora não me serviu a sopa". E ela, para provocá-lo, respondeu: "Servi, sim senhor!" Ele então olhou para a garçonete e em seguida contemplou o prato vazio e limpo, ficando pensativo por alguns instantes...
Todos apostaram que agora ele se iria irritar... Suspense e silêncio total. Mas o homem, mais uma vez, surpreendeu a todos, ponderando tranquilamente: "É verdade, a senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!"
MORAL DA HISTÓRIA: Na maioria das vezes, não importa quem está com a razão. O fundamental é evitar discussões desgastantes e improdutivas. Muitas brigas surgem motivadas por coisas insignificantes, que se avolumam e inflamam com o calor da discussão. Pense nisso: a pessoa que se irrita aspira o ar tóxico que exterioriza e envenena a si mesma.
Imagem
e Texto retirado da Internet
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