Caros leitores e visitantes deste blog, publico o 11º mês para leitura da Bíblia Sagrada Católica...
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
sábado, 28 de setembro de 2013
O homem que naufragou
Um certo homem foi numa viagem de avião. Era um homem que acreditava em Deus,e sabia que Ele o protegeria! Durante a viagem,quando sobrevoavam o mar um dos motores falhou e o
piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano. Quase todos morreram,mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.
Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por ter escapado à morte.
Ele foi-se alimentando de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, porém significava protecção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus...
Porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha. Um dia ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim com comida abundante,estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém,ao voltar-se na direcção de sua casa, ficou muito decepcionado ao ver que a sua estava a arder...
Ele se sentou numa pedra a chorar e dizendo em prantos:
- "Deus! Como é que o Senhor deixou que isto fosse acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para me abrigar... e o Senhor deixou minha casa queimar por completo... Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?"
Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
- "vamos rapaz?" Ele se virou para ver quem estava falando com ele....e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo: "vamos rapaz nós viemos te buscar."
- "Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?
"Ora, amigo!vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro." "O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante." Os dois entram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus entes queridos...
"Esta história é para reflectirmos, e pensarmos que tudo é possível quando acreditamos que Deus existe e ele é maior do que tudo... as vezes reclamamos de pequenas coisas quando temos simplesmente a vida...."
Esta aqui uma linda lição de vida para todos nós... agradeça sempre a Deus pelo simples facto de estarmos vivos, com saúde e um tecto para nos abrigar...
piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano. Quase todos morreram,mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservasse em cima da água. Ficou boiando à deriva durante muito tempo até que chegou a uma ilha não habitada.
Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por ter escapado à morte.
Ele foi-se alimentando de peixes e ervas. Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir uma casinha para ele. Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, porém significava protecção. Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus...
Porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha. Um dia ele estava pescando e quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim com comida abundante,estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém,ao voltar-se na direcção de sua casa, ficou muito decepcionado ao ver que a sua estava a arder...
Ele se sentou numa pedra a chorar e dizendo em prantos:
- "Deus! Como é que o Senhor deixou que isto fosse acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para me abrigar... e o Senhor deixou minha casa queimar por completo... Deus, o Senhor não tem compaixão de mim?"
Neste mesmo momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
- "vamos rapaz?" Ele se virou para ver quem estava falando com ele....e qual não foi sua surpresa quando viu em sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo: "vamos rapaz nós viemos te buscar."
- "Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?
"Ora, amigo!vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro." "O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir lhe buscar naquele barco ali adiante." Os dois entram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus entes queridos...
"Esta história é para reflectirmos, e pensarmos que tudo é possível quando acreditamos que Deus existe e ele é maior do que tudo... as vezes reclamamos de pequenas coisas quando temos simplesmente a vida...."
Esta aqui uma linda lição de vida para todos nós... agradeça sempre a Deus pelo simples facto de estarmos vivos, com saúde e um tecto para nos abrigar...
O presente devolvido
Havia um grande samurai idoso que agora se dedicava a ensinar o que sabia aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta.
Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo, e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direcção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de que o mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram: - Como o senhor pode suportar tantos insultos? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
- Se alguém chegar até vocês com um presente, e vocês não o aceitarem, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos - disse o mestre - Quando não são aceites, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, só se você permitir...
E então? Até quando você vai continuar com o pensamento de que se te baterem na face você devolve a agressão?
"Vale mais um homem paciente do que um herói; vale mais dominar-se a si mesmo do que conquistar uma cidade.." (Provérbios 16: 32)
Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo, e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a ideia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direcção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados pelo fato de que o mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram: - Como o senhor pode suportar tantos insultos? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?
- Se alguém chegar até vocês com um presente, e vocês não o aceitarem, a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo - respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos - disse o mestre - Quando não são aceites, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, só se você permitir...
E então? Até quando você vai continuar com o pensamento de que se te baterem na face você devolve a agressão?
"Vale mais um homem paciente do que um herói; vale mais dominar-se a si mesmo do que conquistar uma cidade.." (Provérbios 16: 32)
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Bíblia Sagrada Católica - 10º mês
Nota: No dia 4 de Outubro, para além do livro do profeta Amós, foram lidos também os livros dos profetas Abdias e Jonas. Em 10 de Outubro, termina a leitura do Antigo Testamento.
domingo, 25 de agosto de 2013
Bíblia Sagrada Católica - 9º mês
Caros leitores, uma vez mais, publico a tabela das leituras da Bíblia Sagrada Católica... Boa leitura e melhor meditação...
sábado, 24 de agosto de 2013
As três peneiras
Olavo foi transferido de projecto. Logo no primeiro dia, para fazer conversa com o novo chefe, saiu-se com esta:
— Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...
Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, interrompeu:
— Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
— Peneiras? Que peneiras, chefe?
— A primeira, Olavo, é a da Verdade. Você tem certeza de que esse facto é absolutamente verdadeiro?
— Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o
que me contaram. Mas eu acho que... e, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:
— Então sua história já vazou a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira que é a da Bondade. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
— Claro que não! Deus me livre, chefe! — diz Olavo, assustado.
— Então, — continua o chefe — sua história vazou a segunda peneira. Vamos ver a terceira peneira, que é a da Necessidade.
— Você acha mesmo necessário me contar esse facto ou mesmo passá-lo adiante?
— Não chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar — fala Olavo, surpreendido.
— Pois é Olavo. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? — diz o chefe sorrindo e continua.
— Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo dessas três peneiras: Verdade - Bondade - Necessidade, antes de obedecer ao impulso de passa-lo adiante, porque:
Pessoas inteligentes falam sobre ideias.
Pessoas comuns falam sobre coisas.
Pessoas medíocres falam sobre pessoas.
Imagem e texto retirado da internet
Yom Kippur - A história do perdão
A história do perdão
O pai de Hanoch contou-lhe que, todos os anos, quando era novo, na véspera do Yom Kippur* , ia visitar os seus amigos e conhecidos e fazia-lhes a seguinte pergunta:
— Digam-me, por favor, se vos fiz algum mal, se vos ofendi de alguma forma, ou fui causa de infelicidade. Se o fui, lamento profundamente e peço-vos perdão.
Esta história deu que pensar a Hanoch. O rapaz disse para consigo “E porque não faço eu a mesma coisa?”
Correu para a cozinha, onde a mãe preparava o jantar, atarefada. Reinava ali um grande reboliço, com panelas e frigideiras a fumegar, e um cheirinho agradável no ar.
Ficou junto da porta e esperou pelo momento certo para falar com a mãe. Quando esta o viu, deixou as sertãs e perguntou-lhe:
— O que se passa, filho? Já tens fome?
Hanoch não respondeu. Sentia-se desconfortável.
— Porque estás tão calado, querido? — insistiu a mãe. — Não te sentes bem? Diz-me o que se passa.
— Não estou doente, mamã.
— Nesse caso, o que traz à cozinha no meio da minha azáfama? É melhor ires brincar.
Hanoch foi até junto da mãe e segredou-lhe:
— Hoje é véspera do Yom Kippur e venho pedir-te que me perdoes.
— Perdoar-te, filho? Porquê? Que pecado cometeste?
— Talvez te tenhas esquecido, mamã. Foi quando tiveste aquela dor de cabeça, e estavas deitada. Pediste-me que guardasse as galinhas na capoeira. Prometi-te que o faria, mas fui brincar com as outras crianças. Fui andar com elas de bicicleta e esqueci-me das galinhas. E cinco galinhas foram encontradas mortas na manhã seguinte. Não te disse nada naquela altura porque me sentia muito infeliz.
Enquanto falava, Hanoch tinha lágrimas nos olhos.
— Mas hoje tive de te contar e pedir-te que me perdoes.
A mãe olhou para ele com amor e beijou-o.
— Claro que te perdoo!
O menino abraçou-a e, com o coração já bem mais leve, foi brincar.
*O Yom Kipur ou Kippur é um dos dias mais importantes do judaísmo. No calendário hebreu começa no crepúsculo que inicia o décimo dia do mês hebreu de Tishrei (que coincide com Setembro ou Outubro), continuando até ao pôr-do-sol seguinte. Os judeus observam tradicionalmente esse feriado com um período de jejum e orações.
Levin Kipnis
Let us play in Israel
Tel-Aviv, N. Tversky Publishing House, 1966
tradução e adaptação
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