domingo, 10 de julho de 2016

O pecado que nos acorrenta...

Quando Paulinho estava crescendo, costumava visitar a fazenda de seu avô. Por algum tempo, o avô manteve um enorme touro em sua fazenda. É claro que você sabe que o touro é o macho da vaca. Ele tinha quase o tamanho de um búfalo, com grandes chifres e um temperamento terrível. Os touros são grandes, mas não são muito espertos. O cachorro e o gato atendem quando você os chama pelo nome, o touro não.

Aquele touro da fazenda do avô do Paulinho gostava de escapar para visitar as vacas da fazenda vizinha. Ele era tão forte que facilmente arrebentava a cerca do pasto e fugia sempre que desejava. O avô estava cansado de ir atrás do seu touro fugitivo. Parecia que toda vez que ele o deixava livre para pastar, esse velho e grande animal fugia para visitar a outra fazenda. Ele nunca aprendeu a ficar em casa. Assim, o vovô o conservava a maior parte do tempo preso em um curral próximo ao celeiro, que deram o nome de “cercado do touro”.

Devido ao seu mau temperamento, o touro era imprevisível e perigoso. Quando Paulinho ia visitar o avô, o menino sempre tomava cuidado para ver se o touro estava solto ou não. Se estivesse pastando, Paulinho não se aproximava.

No entanto, o avô de Paulinho não tinha medo do touro. Embora fosse um homem de média estatura, conduzia o enorme touro sem nenhum problema. Como? Era muito simples: Como o nariz do touro é muito sensível, o vovô colocava um grande anel de metal entre as suas narinas. Você pode imaginar como doía se alguém puxasse esse anel? E era exactamente isso o que o vovô fazia. Ele prendia uma corda no anel e o puxava, quando queria que o animal o seguisse.

Conduzir o touro pelo nariz era fácil. O touro se feria quando não fazia o que o vovô queria que fizesse. É claro, então, que se ele obedecesse, não iria se machucar. Como era interessante e ao mesmo tempo espantoso ver o vovô conduzindo esse animal muito maior do que ele e que pesava talvez até dez vezes mais que o vovô! Um animal desses chega a pesar como um carro pequeno! E o touro sempre seguia obediente, enquanto o vovô o segurava pela corda.

Quando penso no boi com a corda amarrada no anel em suas narinas, lembro-me do que nos acontece quando pecamos. Se mentimos, roubamos ou cometemos outros pecados, Satanás coloca o anel do pecado em nosso nariz e nos leva aonde quer. Ele nos torna escravos. Mas a Bíblia diz que Jesus nos ama e veio para nos libertar dos nossos pecados: "Àquele que nos ama e nos purificou dos nossos pecados com o seu sangue." (Ap 1, 5). Veio para tirar o anel e a corda de nosso nariz.

Quando confiamos em Jesus plenamente, procuramos segui-Lo porque queremos e porque escolhemos segui-Lo e não porque somos obrigados a fazê-lo.

Imagem: Internet

As ratoeiras não são só para os animais...

Meu vizinho costumava manter um rato em um pote. Bem, não era exactamente tão mau quanto possa parecer. Ele pegava jarras de mais de três litros, enchia-as com feno e fazia buracos na tampa. Então pegava um ratinho cinza do mato e o colocava na jarra. Ele não era mau, pois alimentava e dava de beber aos ratos. Depois de observar como faziam seus ninhos e os pequenos túneis no feno, ele os libertava. No pior dos casos, era como se o camundongo (*) permanecesse por um tempo em um “quarto de hotel de vidro”.

Os camundongos podem ter uma sorte muito pior quando entram nas casas das pessoas. O que o pequeno camundongo não sabe é que há queijo gratuito em cada ratoeira, mas há também um preço terrível a ser pago, mesmo que seja por um bocadinho de queijo!

O mesmo se dá com os seres humanos. Os maus hábitos iniciam quando você belisca o “queijo do diabo” e, assim como o camundongo, logo descobre que terá de pagar um preço terrível. Os amigos podem oferecer-lhe uma tragada de cigarro. Eles sempre dizem sempre a mesma coisa: “Vamos lá, uma simples tragada não irá matá-lo!” Então você cede e dá uma tragada. Seus amigos estavam certos, isso não o matou. Dias depois, você dá outra tragada. Ao fazê-lo, você está mordiscando “o queijo do diabo” novamente. Então, fuma todo um cigarro e, antes que se dê conta, foi pego na armadilha! (Para provocar um efeito mais dramático, solte a mola da ratoeira.)

Os maus hábitos iniciam quando você mordisca o “queijo do diabo”. Os amigos podem oferecer-lhe vinho ou cerveja. E eles dizem sempre a mesma coisa: “Vamos lá, um gole apenas da bebida não irá matá-lo!” Você cede e prova. O gosto é horrível! Mas, dias depois, você toma outro gole e então outro. Novamente, você está mordiscando o “queijo do diabo”. Depois você tenta tomar toda uma garrafa e, antes que se dê conta, foi pego na armadilha! (Dispare novamente a mola da ratoeira.)

Os maus hábitos iniciam quando você mordisca o “queijo do diabo”. Os amigos podem oferecer-lhe algum tipo de droga. E lá vêm eles novamente, dizendo a mesma coisa: “Vamos lá, um pouquinho só não irá matá-lo!” Você cede e experimenta. O gosto é terrível! Mas, dias depois, você prova um pouco mais. Você está mordiscando o “queijo do diabo”. Depois de provar mais um pouco, você é apanhado na “ratoeira”! (Repita a mesma ação.)

O “queijo do diabo” tem um efeito colateral grave. Ele produz resultados mortais. Se você come desse “queijo gratuito”, ele irá prendê-lo na sua “ratoeira”. Essa é uma armadilha que poderá feri-lo mortalmente! (Dispare outra vez a mola da ratoeira).

Lembre-se de que cada ratoeira tem um pedaço gratuito de queijo. As “ratoeiras” do diabo sempre têm “queijo gratuito”, mas, de igual forma, como ocorre com outras ratoeiras, ela se destina a pegá-lo! As crianças espertas afastam-se desse “queijo”! Por isso, devemos seguir o conselho bíblico: "Examinai tudo, guardai o que é bom. Afastai-vos de toda a espécie de mal." (1Ts 5, 21-22)

Fonte: http://www.jesusnosama.com.br/
Imagem: Internet
(*) significa pequeno rato doméstico

Cuidado com as maçanetas que abrimos...

“Confia no Senhor, de todo o teu coração, e não te fies na tua própria inteligência! Reconhece-o em todos os teus caminhos, e Ele endireitará as tuas veredas. Não sejas sábio aos teus próprios olhos, teme o Senhor e evita o mal.” (Provérbios 3, 5-7).

Você pode facilmente enganar uma galinha se fizer algo que ela não perceba. Apenas coloque uma maçaneta redonda e branca em seu ninho e ela porá um ovo ao lado da maçaneta. Esse é um truque bem antigo, utilizado pelos fazendeiros para fazer com que as galinhas continuem botando. O fazendeiro coloca um ovo de porcelana no ninho ou simplesmente uma maçaneta branca em forma de bola. Um fazendeiro que conheci também usava o truque das maçanetas. O ovo falso faz com que a galinha sinta que tem de pôr outro ovo para fazer companhia ao ovo “maçaneta”.

Como vimos, as galinhas agem apenas pelo instinto e não com a inteligência. Algumas delas foram ensinadas a ter alguns hábitos simples, como pegar cada quinto grão em uma fileira de grãos de milho, mas, quando foi colocada uma cerca com uma abertura no final, entre as galinhas e os grãos de milho, elas não foram suficientemente inteligentes para atravessar a cerca. Não surpreende que pensem que uma maçaneta branca seja um ovo!

Contudo, mesmo para nós que fazemos o uso da razão e temos um grau de inteligência milhares de vezes superior ao das galinhas, Satanás também tem suas “maçanetas” para nos enganar. Ele tem uma forma de insinuar pensamentos em nossa mente que nos levarão a ter problemas. As “maçanetas” de Satanás parecem muito evidentes... depois que as “mergulhamos na água quente”, ou seja, depois que reflectimos sobre elas e seus resultados.

Por exemplo, você roubaria dinheiro de um amigo? Uma pessoa que eu conheço viu sobre a mesa 20,00€ que pertencia a outro aluno. Ela nem mesmo precisava de dinheiro, mas não reflectiu sobre o que estava para fazer; não resistiu e pegou essa “maçaneta” de Satanás.

Ela roubou o dinheiro de seu amigo, mas foi descoberta no mesmo dia e teve de confessar o roubo. O preço que essa pessoa pagou por pegar o dinheiro do amigo foi que, além de perder o amigo, teve a reputação de ladra e uma semana de suspensão das aulas.

Outra “maçaneta” de Satanás é o fumo. Ele pode estar na forma de cigarro, charuto ou mesmo para mascar. Qualquer que seja a forma, contém um veneno mortal chamado nicotina que, com o passar do tempo, leva a pessoa à morte. Satanás deixa essas “maçanetas” nos lugares onde podem ser encontradas facilmente e então tenta você a pegá-las e prová-las. Esta é uma armadilha mortal. Não caia nessa!

Satanás tem “maçanetas” em todos os lugares e está apenas esperando que você pegue nelas. Quer seja roubar, beber, fumar ou usar drogas, ou em qualquer coisa que esteja sendo tentado, lembre-se de que a coisa mais inteligente a ser feita é perguntar-se a si mesmo: O QUE JESUS FARIA? Ao responder a essa pergunta, você sempre saberá o que fazer da próxima vez que estiver para colocar a mão em uma das “maçanetas” de Satanás.

Imagem e Texto: Internet

Não há Cristianismo sem amor ao próximo...

Hoje, ao ouvir e depois de voltar a ler novamente esta passagem bíblica, ficou mais destacada na minha memória a segunda pergunta que o doutor da lei faz a Jesus: "E quem é o meu próximo?" (Lc 10, 29). Embora eu já esteja farto de saber que o meu próximo é todo aquele ou aquela que se cruza comigo, seja familiar, mais ou menos amigo, ou até mesmo um desconhecido. A liturgia de hoje fez com que eu meditasse e chegasse à conclusão que se eu já interpretei o papel do (bom) samaritano, também reconheço que muito mais vezes agi como o sacerdote e o levita, ou seja que passaram ao lado e nada fizeram. Senhor, peço-Te perdão, por todas as vezes que fiquei de braços cruzados.

Palavra:
Levantou-se, então, um doutor da Lei e perguntou-lhe, para o experimentar: «Mestre, que hei-de fazer para possuir a vida eterna?» Disse-lhe Jesus: «Que está escrito na Lei? Como lês?» O outro respondeu: «Amarás ao Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma, com todas as tuas forças e com todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo.» Disse-lhe Jesus: «Respondeste bem; faz isso e viverás.» Mas ele, querendo justificar a pergunta feita, disse a Jesus: «E quem é o meu próximo?» Tomando a palavra, Jesus respondeu: «Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos dos salteadores que, depois de o despojarem e encherem de pancadas, o abandonaram, deixando-o meio morto. Por coincidência, descia por aquele caminho um sacerdote que, ao vê-lo, passou ao largo. Do mesmo modo, também um levita passou por aquele lugar e, ao vê-lo, passou adiante. Mas um samaritano, que ia de viagem, chegou ao pé dele e, vendo-o, encheu-se de compaixão. Aproximou-se, ligou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho, colocou-o sobre a sua própria montada, levou-o para uma estalagem e cuidou dele. No dia seguinte, tirando dois denários, deu-os ao estalajadeiro, dizendo: ‘Trata bem dele e, o que gastares a mais, pagar-to-ei quando voltar.’ Qual destes três te parece ter sido o próximo daquele homem que caiu nas mãos dos salteadores?» Respondeu: «O que usou de misericórdia para com ele.» Jesus retorquiu: «Vai e faz tu também o mesmo.» (Lc 10, 25-37)

Reflexão:
Se algum texto bíblico fala por si mesmo, é o de hoje. Belo resumo de todo o Evangelho de Jesus, porque amar o irmão é próprio e característico do discípulo de Cristo. A prática eficaz e indivisível do amor a Deus e ao próximo, sem restrições nem exclusivismos é que define a religião que Jesus fundou. "Dou-vos um mandamento novo: que vos amei uns aos outros como eu vos amei. Nisto conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros" (Jo 13, 34s): Cristo é o bom samaritano que ama a humanidade caída. A Sua pessoa e o Seu exemplo enviam-nos continuamente ao mundo em missão de amor, um amor que dá vida. Este é, portanto, o testemunho mais directo e válido. Amar é a sabedoria da vida, porque é viver autenticamente. Mas, infelizmente, de tanto ouvir e não praticar o mandamento do amor fraterno, parece que ele se nos escapa e amolece. Contudo, o que ama verdadeiramente a Deus leva muito a sério o homem. E o que ama o irmão vai a direito, sem rodeios nem desculpas para passar ao largo do necessitado que se cruza no caminho, quem quer que sejam, sem ligar à classe social, língua, raça, cor, religião, partido ou ideologia. Para Jesus, o que conta é o amor comprometido: "Vinde benditos de meu Pai... O que fizestes a um destes meus irmãos mais pequenos, foi a Mim que o fizestes" (Mt 25, 40).

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Reflexão retirada do Diário Bíblico 2010

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Os teus pecados são perdoados (Mt 9, 1-8)

É sempre importante ouvirmos dizer aos nossos familiares e amigos, palavras que nos dêem estímulo, confiança, enfim sentir-mo-nos queridos e amados... mas hoje ao meditar esta passagem bíblica (que por acaso, até é a leitura do Evangelho deste dia), fiquei mais animado com esta afirmação do próprio Jesus: «Filho, tem confiança, os teus pecados estão perdoados.» (Mt 9, 2), esta frase dita ao paralítico, foi hoje especialmente dirigida para mim. Jesus como é bom sentir que sou perdoado (desculpado) por tudo aquilo que fiz e não devia ter feito, e por tudo aquilo que não fiz e deveria ter feito. Mas para que eu receba o perdão dos meus pecados, é preciso que eu faça a minha parte, ou seja, que eu reconheça os meus erros, as minhas fragilidades, a minha pequenez e me arrependa... tudo o resto é feito por Deus, na Pessoa do Seu Filho que também é Deus, Jesus.

Palavra:
"Depois disto, subiu para o barco, atravessou o mar e foi para a sua cidade. Apresentaram-lhe um paralítico, deitado num catre. Vendo Jesus a fé deles, disse ao paralítico: «Filho, tem confiança, os teus pecados estão perdoados.» Alguns doutores da Lei disseram consigo: «Este homem blasfema.» Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: «Porque alimentais esses maus pensamentos nos vossos corações? Que é mais fácil dizer: ‘Os teus pecados te são perdoados’, ou: ‘Levanta-te e anda’? Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem, na terra, poder para perdoar pecados - disse Ele ao paralítico: ‘Levanta-te, toma o teu catre e vai para tua casa.» E ele, levantando-se, foi para sua casa. Ao ver isto, a multidão ficou dominada pelo temor e glorificou a Deus, por ter dado tal poder aos homens." (Mt 9, 1-8)

Reflexão:
O milagre relatado é fruto da fé do doente e da comunidade em que vive com os seus familiares e amigos. Ele vai evidenciar também o processo de salvação integral do homem mediante o perdão que Jesus lhe outorga. Ao perdoar-lhe os pecados, está a curá-lo também da sua enfermidade, porque esta, segundo a mentalidade judaica, era consequência do pecado.
A reação, não expressa por certo, dos doutores da lei ali presentes é de suposto escândalo, pois para eles, só Deus pode perdoar pecados. Mas Cristo não se desdiz, pelo contrário, para provar que Ele como messias, tem esse poder exclusivo de Deus, e para comprovar que os pecados do doente estão efectivamente perdoados, ordena-Lhe: "Levanta-te, toma a tua maca e vai para casa". Desta maneira, mediante o dado visível da cura, os escribas vêem desfeita a sua objecção ao acto invisível do perdão dos pecados por Jesus. 

Fonte: A reflexão foi retirada do Diário Bíblico de 2010
Imagem: Internet

Se tu podes...

Se tu podes amar, porque odeias?
Se tu podes servir, porque te ausentas?
Se tu podes apoiar, porque criticas?
Se tu podes pacificar, porque cedes à violência?
Se tu podes ter fé, porque ainda duvidas e não crês?
Se tu podes amparar, porque te omites?
Se tu podes ter amigos, porque semeias a discórdia?

Tu és um ser único e muito especial para Deus, não desprezes tal Amor divino. Não deixes que a tua tristeza vença a tua alegria, pois o sorriso que carregas contigo é a tua arma poderosa, porque tu podes e deves ser feliz!
(autor desconhecido)

terça-feira, 28 de junho de 2016

Sonhos de Deus

Embora seja Ele o ofendido, Deus é o primeiro a reconciliar-Se com a humanidade e a tomar a iniciativa da aproximação. Ele, com muita antecedência, preparou o envio do Seu Filho, Jesus. Através dos profetas, apresentou-O como o Guia dos povos e convidou todas as pessoas: «Vinde, subi à minha Casa. Vou mostrar-vos os meus caminhos e andareis pelas minhas veredas. O Meu Filho será o governador dos povos, o Juíz das nações. Sobre Ele repousará o Espírito Santo, Espírito de sabedoria, entendimento, prudência, conselho, fortaleza, ciência e temor ao Criador e Redentor. Ele não julgará pelas aparências nem decidirá pelo que ouvir dizer, mas fará justiça aos pobres e ferirá o orgulho dos arrogantes. Homens e mulheres, com Ele, das vossas espadas, fareis arados, e, das lanças, foices! 
Uma nação não guerreará outra. O lobo será hospede do cordeiro, a pantera deitar-se-á ao lado do cabrito, o touro e o leão comerão juntos, e uma criança os conduzirá; a vaca pastará com o urso e as suas crias repousarão juntas. A criancinha brincará junto à toca da víbora. Não se fará o mal nem dano em toda a Terra, porque a humanidade amará como Eu amo. Os povos cantarão: Senhor, aplacastes a Vossa cólera e consolastes-nos. Sois o Deus que nos salva. Confiamos em Vós e nada tememos, pois sois o Salvador». (Isaías 2)

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Fonte: recorte de uma publicação da revista Audácia