quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Quanto feliz eu tenho sido...


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O padre de uma igreja decidiu observar as pessoas que entravam para orar. A porta se abriu e um homem de camisa esfarrapada entrou pelo corredor central. O homem se ajoelhou, inclinou a cabeça, levantou-se e foi embora.  Nos dias seguintes, sempre ao meio-dia, a mesma cena se repetia. Cada vez que se ajoelhava por alguns instantes, deixava de lado uma marmita. A curiosidade do padre crescia e também o receio de que fosse um assaltante, então decidiu aproximar-se e perguntar o que fazia ali. O velho homem disse que trabalhava numa fábrica, num outro bairro da cidade e que se chamava Jim. 
Disse que o almoço havia sido há meia hora atrás e que reservava o tempo restante para orar, que ficava apenas alguns momentos porque a fábrica era longe dali. E disse a oração que fazia:
'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não sei bem como devo orar, mas eu penso em você todos os dias. Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.' 
O padre, um tanto aturdido, disse que ele seria sempre bem-vindo e que viesse à igreja sempre que desejasse. 'É hora de ir' - disse Jim sorrindo. Agradeceu e dirigiu-se apressadamente para a porta.
O padre ajoelhou-se diante do altar, de um modo como nunca havia feito antes. Teve então, um lindo encontro com Jesus. Enquanto lágrimas escorriam por seu rosto, ele repetiu a oração do velho homem...
'Vim aqui novamente, Senhor, só pra lhe dizer quão feliz eu tenho sido desde que nos tornamos amigos e que o Senhor me livrou dos meus pecados. Não  sei bem como devo orar mas penso em você todos os dias. 
Assim, Jesus, hoje estou aqui, só observando.'
Certo dia, o padre notou que Jim não havia aparecido.Percebendo que sua ausência se estendeu pelos dias seguintes, começou a ficar preocupado. Foi à fábrica perguntar por ele e descobriu que estava enfermo. Durante a semana em que Jim esteve no hospital, a rotina da enfermaria mudou. Sua alegria era contagiante. A chefe das enfermeiras, contudo, não pôde entender porque um homem tão simpático como Jim não recebia flores, telefonemas, cartões de amigos, parentes... Nada! 
Ao encontrá-lo, o padre colocou-se ao lado de sua cama. Foi quando Jim ouviu o comentário da enfermeira:
- Nenhum amigo veio pra mostrar que se importa com ele. Ele não deve ter ninguém com quem contar!! 
Parecendo surpreso, o velho virou-se para o padre e disse com um largo sorriso:
- A enfermeira está enganada, ela não sabe, mas desde que estou aqui, sempre ao meio-dia ELE vem! Um querido amigo meu, que se senta bem junto a mim, Ele segura minha mão, inclina-se em minha direção e diz:
'Eu vim só pra lhe dizer quão feliz eu sou desde que nos tornamos amigos. Gosto de ouvir sua oração e penso em você todos os dias. 
Agora sou eu quem o está observando... E cuidando!'.  

Jesus é sempre o melhor amigo. 


LEIA SOMENTE SE VOCÊ TIVER TEMPO PRA DEUS.

Deixa eu te pedir uma coisa:  tenho certeza, que você irá ler até o fim, eu quase deletei essa mensagem, e fui abençoado quando terminei de ler.
A falta de tempo para  Deus é exatamente  o que tem causado uma porção de problemas no mundo  em que vivemos.
Nos resumimos em encontrar Deus somente nas igrejas  aos domingos de manhã talvez nos domingos a noite...
Lembramos dele somente quando estamos doentes, e, claro, em velórios , quando perdemos  entes queridos.
Porém, não temos tempo pra ele durante o trabalho, lazer etc...
Não importa em que lugar do mundo, simplesmente , achamos que podemos nos virar sozinhos.
Que Deus nos perdoe por esses pensamentos!
Não existe tempo ou lugar em que Ele não possa estar conosco.
Deveríamos sempre parar e pensar em tudo que ele fez e tem feito por nós. Se você não estiver envergonhado, continue lendo abaixo.

CONTINUE APENAS SE VOCÊ O AMA...
Sim, eu amo meu Deus! Ele é a razão da minha existência e meu salvador!
Ele me mantém vivo a cada dia.  Sem ele eu não seria nada, mas com Ele me sinto forte.

AINDA TEM TEMPO PARA CONTINUAR A LER?
De todos os presentes que recebemos de graça, a oração é o mais importante.
Não custa nada e traz maravilhosas recompensas!

O Pão de Cristo


http://www.jornalnanet.com.br/public/img/noticias/2011/04/cristo1.jpg Depois de meses sem encontrar trabalho, viu-se forçado a recorrer à mendicidade para sobreviver, o que o entristecia e envergonhava muito. Numa tarde fria de inverno, encontrava-se nas imediações de um restaurante de luxo, quando viu chegar um casal.
Vítor pediu-lhe algumas moedas para poder comprar algo para comer. 

- Não tenho trocos - foi a resposta seca.
A mulher, ouvindo a resposta do marido, perguntou:
- Que queria o pobre do homem?
- Dinheiro para comer. Disse que tinha fome - respondeu o marido encolhendo os ombros.
- Lourenço, não podemos entrar e comer comida farta de que não necessitamos e deixar um homem faminto aqui fora!
- Hoje em dia há um mendigo em cada esquina! Aposto que ele quer é dinheiro para beber! 

- Mas eu tenho uns trocos comigo. Vou dar-lhe alguma coisa!
Mesmo de costas para eles, Vítor ouviu tudo o que diziam. Envergonhado, queria afastar-se e fugir daquele local, mas a voz amável da mulher reteve-o:
- Aqui tem qualquer coisa. Consiga algo de comer, e, ainda que a situação esteja difícil, não perca a esperança: há-de haver, nalgum lugar um trabalho para si. Faço votos para que o encontre.
- Muito obrigado, minha senhora. A senhora ajuda-me a recobrar o ânimo! Nunca esquecerei a sua gentileza.
- Você vai comer o Pão de Cristo! Partilhe-o! - acrescentou ela com um largo sorriso, dirigido mais ao marido do que ao mendigo. Vítor sentiu como se uma descarga elétrica lhe percorresse o corpo.
Foi a um lugar barato para comer um pouco. Gastou só metade do que tinha recebido e resolveu guardar o restante para o dia seguinte, comeria do 'Pão de Cristo', dois dias.
Mas uma vez mais sentiu aquela descarga elétrica a percorrer-lhe o corpo: O PÃO DE CRISTO!
"Um momento! - pensou - Eu não posso guardar o 'Pão de Cristo' só para mim".
Parecia-lhe como que escutar o eco de um hino antigo que tinha aprendido em criança. Naquele momento, passava um velhote ao seu lado. 

- Quem sabe, se este pobre homem não terá fome também - pensou - Tenho de partilhar o 'Pão de Cristo'.
- Ouça - chamou Vítor - Quer entrar e comer uma comidinha quentinha?
O velho voltou-se e encarou-o de olhar incrédulo.
- Está a falar sério, amigo? O homem não acreditava em tanta sorte, até estar sentado à mesa coberta com uma toalha e com um belo prato de comida quente à frente. Durante a refeição, Vítor reparou que o homem envolveu um pedaço de pão num guardanapo de papel.
- Está a guardar um pouco para amanhã? - Perguntou.
- Não, não. É que conheço um miúdo da rua e que tem passado mal ultimamente. Estava a chorar com fome, quando o deixei. Vou levar-lhe este pão.
- O Pão de Cristo! - Recordou novamente as palavras da senhora e teve a estranha sensação de que havia um terceiro convidado sentado naquela mesa. Ao longe, os sinos da igreja pareciam entoar o velho hino que antes lhe tinha ressoado na cabeça. Os dois homens foram levar o pão ao menino faminto que o começou a devorar com alegria. Subitamente, deteve-se e chamou um cãozinho, um cachorrinho pequeno e assustado.
- Toma lá. Metade é para ti - disse o menino. O Pão de Cristo também chegará para ti. O catraio tinha mudado de semblante. Pôs-se de pé e começou a correr com alegria.
- Até logo! - disse Vítor ao velho - Nalgum lugar encontrará emprego. Não desespere! Sabe? - sussurrou - Isto que comemos é o Pão de Cristo. Foi uma senhora que me disse quando me deu aquelas moedas para o comprar. O futuro só nos poderá trazer algo de muito bom! Enquanto se afastava, Vitor reparou melhor no cachorrinho, que lhe farejava as pernas. Abaixou-se para o acariciar, quando descobriu que ele tinha uma coleira onde estava gravado o nome e o endereço do dono.
Vítor pegou nele e caminhou um bom bocado até à casa dos donos do cão, e bateu à porta. Ao ver que o seu cãozinho tinha sido encontrado, o homem primeiro ficou todo contente; depois, tornou-se mais sério, pensando que se calhar o teriam roubado; mas, encarando a cara séria de Vítor e vendo no seu rosto um ar de dignidade, disse então:
- Pus um anúncio no jornal oferecendo uma recompensa a quem encontrasse o cão. Tome!
Vítor olhou o dinheiro, meio espantado, e disse:
- Não posso aceitar. Eu apenas queria fazer bem ao animal. 

- Aceite! Para mim, o que você fez vale muito mais que isto! E olhe, se precisar de emprego, vá amanhã ao meu escritório. Faz-me falta, ao pé de mim, uma pessoa íntegra assim. Vítor, ao voltar pela avenida, como que volta a ouvir aquele hino que recordava a sua infância e que lhe ressoava no espírito. Chamava-se:
 

'REPARTE O PÃO DA VIDA'.
NÃO TE CANSES DE DAR, MAS NÃO DÊS SOBRAS,
DÁ COM O CORAÇÃO, MESMO QUE DOA.
QUE O SENHOR NOS CONCEDA A GRAÇA
DE TOMAR A NOSSA CRUZ E SEGUI-LO,
MESMO QUE DOA!

Uma história que pode ser verídica ou não, mas que ajuda a repartir e a refletir. Seria bom se puséssemos em prática esta história e que Deus nos abençoe sempre:

"Jesus: Senhor, eu amo-Te muito, e necessito de Ti sempre: estás no mais profundo do meu coração. Abençoa, com o Teu carinho, a minha família, a minha casa, o meu emprego, os meus bens, os
meus sonhos, os meus projetos, os meus amigos e os leitores deste blog. Ámen!"

Se te fecharem a porta...

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhRZwWC-Z6QKU6CuI-aZcdCNeY_oy9NgTz_eO8bIHIPjcRpuFCuvbt86qOsjg23eRP1fy3iBhkm2O_2jWTS6cgh3xTRsygJDJbBt1XfTNH7ukGy-XJgWDPdol0ucZF7uffn5LgZR2t5MmuX/s1600/A+PORTA+FECHADA_MARIA+BARROS.jpg 
"Se alguém lhe fechar a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas. Lembre-se da sabedoria da água: a água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna."

Os barbeiros não existem...


Um homem foi cortar o cabelo e a barba. Como sempre acontecia, ele e o barbeiro ficavam conversando sobre várias coisas, até que, por causa de uma notícia de jornal sobre meninos abandonados o barbeiro afirmou:
- Como o senhor pode ver, esta tragédia mostra que Deus não existe.
- Como?
- O senhor não lê jornais? Temos tanta gente sofrendo, crianças abandonadas, crimes de todo o tipo. Se Deus existisse, não haveria sofrimento.
O cliente ficou pensando, mas o corte estava quase no final, e resolveu não prolongar a conversa. Voltaram a discutir temas mais amenos, o serviço foi terminado, o cliente pagou, e saiu.
Entretanto, a primeira coisa que viu foi um mendigo, com barba de muitos dias, e longos cabelos desgrenhados. Imediatamente, voltou para a barbearia, e falou para a pessoa que o atendera:
- Sabe uma coisa? Os barbeiros não existem.
- Como não existem? Eu estou aqui, e sou barbeiro.
- Não existem! - insistiu o homem.
- Porque se existissem, não haveria pessoas com barba tão grande, e cabelo tão desgrenhado como o que acabo de ver na esquina.
- Posso garantir que os barbeiros existem. Acontece que este homem nunca veio aqui.
- Exatamente! Então, para responder à sua pergunta, Deus também existe. O que se passa é que as pessoas não vão até Ele. Se O buscassem, seriam mais solidários, e não haveria tanta miséria no mundo. (Autor desconhecido)


Retirado do livro: "Histórias para Meditar", prof. Felipe Aquino
Imagem: Internet

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Renovamento Carismático Católico


Perfil:
O Renovamento Carismático Católico surgiu na Igreja Católica como um fruto do Concílio Vaticano II, embora esta renovação no Espírito já tivesse sido vivida pelos nossos irmãos pentecostais desde o início do sec. xx.
Não partindo de uma iniciativa fundadora nem prevendo estruturas de organização, agrega de modo informal e sem compromisso de pertença toda a diversidade de pessoas e de vocações, propondo uma constante renovação da graça do baptismo.
A experiência carismática está ligada ao Pentecostes Apostólico e às manifestações do espírito, que nunca faltaram na Igreja, mas a novidade está no facto de a manifestação de carismas ser considerada normal na comunidade cristã, indispensável à nova evangelização.
O Renovamento Carismático caracteriza-se por uma renovação de vida através da descoberta da pessoa de Jesus Ressuscitado e do Seu Amor.
E neste encontro transforma a vida, como aconteceu com Zaqueu, Maria Madalena, Saulo e tantos outros.
Depois, cada pessoa vai descobrindo que Deus lhe confia carismas, talentos, capacidades para pôr ao serviço da Igreja Católica e para levar a Boa Nova àqueles que ainda a desconhecem.
O Renovamento Carismático Católico irrompe em Fevereiro de 1967 quando professores e alunos da Universidade do Espírito Santo em Duquesne, nos Estados Unidos da América, se reuniram em Pitsburg para um retiro de fim-de-semana.
Em Portugal, iniciou-se em Fátima, em 1974, através do P. José da Lapa com um pequeno grupo de pessoas amigas.

Implantação
O Renovamento Carismático Católico visibiliza-se em grupos de oração e em novas comunidades nascidas da graça do Renovamento. Existem mais de 350 grupos de oração distribuídos pela maior parte das Dioceses de Portugal, reunindo semanalmente cerca de mais de 15.000 pessoas. As actividades dos grupos de oração são acompanhadas e coordenadas por uma Equipa de Serviço Diocesana reconhecida pelo respectivo Bispo. Estão também implantadas em Portugal algumas comunidades nascidas da graça do Renovamento Carismático, tais como a Comunidade Cristo de Betânia, a Comunidade Emanuel, a Comunidade Canção Nova, a Comunidade do P. Filipe, e foram constituídas várias associações como a Associação Pneuma, o Centro Jovem Tabor e a Associação Kerigma.

Publicações
LABAT – Fogo do Espírito, jornal on-line, do Renovamento Carismático Católico da Diocese de Lisboa. Em Internet: http://www.ecclesia.pt/labat. Tel. 217605470, Fax 217647344. PNEUMA, revista da Associação Pneuma, Tv. Cruz da Era, 2-A, 1500 LISBOA, Tel. 217161415, fax 217160551. JESUS VIVE, revista da Comunidade Cristo de Betânia, Casa de Ourique, 4760 Telhado, Vila Nova de Famalicão. Tel./ Fax 25291122. BOLETIM EMANUEL, Comunidade Emanuel, apartado 1120, 3000-315 COIMBRA.

email: rcc_lisboa@sapo.pt

Fonte: http://www.ecclesia.pt/anuario/
Imagem: Internet

Equipas de Nossa Senhora


Perfil:
As Equipas de Nossa Senhora (ENS) são um Movimento de Espiritualidade Conjugal reconhecido pela Santa Sé como uma Associação Privada Internacional de Fiéis de Direito Pontifício. As Equipas são constituídas por 5 a 7 casais e um Sacerdote Conselheiro Espiritual. São casais cristãos que querem crescer no amor ao outro, aos filhos e aos outros e crescer no amor de Deus, um projecto para toda a vida. Reúnem-se em Equipa pois acreditam na força da entreajuda tanto na oração, como na reflexão e na vida, e assumem as propostas concretas que o Movimento lhes faz: Escutar a Palavra de Deus, praticar a oração pessoal, conjugal e familiar, dialogar em casal e ter propósitos de conversão e de aprofundamento espiritual. Como casais cristãos querem estar comprometidos com Cristo. De facto, "Vem e segue-me" (Mt 19,21) é o apelo que Cristo lhes dirige, como baptizados, convidando-os a abrirem-se mais ao Seu amor e a dar testemunho d’Ele sempre e em toda a parte. Querem testemunhar a alegria e a felicidade de viverem a dois esta proposta. "As Equipas de Nossa Senhora têm por objectivo essencial ajudar os casais a caminhar para a santidade. Nem mais nem menos." (P. Henri Caffarel, fundador das ENS).
Actividades específicas: As Equipas têm uma vida própria ao longo do mês, com um ponto alto no dia da reunião. Na reunião de Equipa, os casais aprofundam o conhecimento mútuo, rezam juntos, meditam a Palavra de Deus, reflectem e celebram as alegrias da sua caminhada em conjunto. Para promoverem a unidade e a entreajuda entre todas as equipas, as ENS organizam regularmente encontros locais, nacionais e internacionais, de formação, reflexão e oração.

Implantação:
Em Portugal, onde chegaram em 1955, as ENS organizam-se actualmente (2007) em 3 Províncias, 16 Regiões e 80 Sectores e contam com 10.784 membros, entre casais, viúvas e viúvos e Sacerdotes Conselheiros Espirituais. As ENS estão presentes em todas as Dioceses do Continente e Ilhas à excepção de Bragança. As Equipas de Angola, Moçambique, Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe, bem como as Equipas de Língua Portuguesa existentes na África do Sul, estão ligados à estrutura do Movimento em Portugal. Segundo dados de Janeiro de 2007 do Secretariado Internacional, as ENS estão implantadas em 70 países de todos os Continentes, num total de 109.709 membros.

Publicações:
“Carta das Equipas de Nossa Senhora”, (bimestral, 5.500 exemplares), Temas de Estudo (publicados anualmente, 5.000 exemplares) e Manuais de Formação sobre a Metodologia e sobre o Espírito do Movimento

email: ens@ens.pt
Página Web: www.ens.pt

Fonte: http://www.ecclesia.pt/anuario/
Imagem: Internet

Será que a galinha sabe contar?...

Dona Maria estava estendendo roupa no quintal quando ouviu resmungo de galinha choca, no meio de um cisqueiro. "Onde é que a galinha foi chocar a sua ninhada?", pensou a mulher.
Abrindo caminho com dificuldade por entre os galhos secos e montes de capim, dona Maria encontrou realmente a galinha, acocorada em cima dos pintainhos. Mas ali não havia água nem comida. Poderiam morrer todos naquele sufoco de galhos e de sujeira.
Mais do que depressa ajuntou dez pintainhos no avental, pegou a mãe debaixo do braço e levou-os para o galinheiro.
A galinha parecia não estar muito contente com a mudança. Talvez faltasse comida, pensou a boa camponesa. Enquanto foi e voltou com uma pratada de arroz cozido, a galinha tinha sumido, deixando, ali os seus pintainhos.
A mulher resmungou: "Êta, galinha tonta e boba. Largou os filhotes e saiu por esse mundo, à toa". Desconfiando que tinha voltado para o ninho antigo, ela foi atrás. Sim, lá estava a galinha. Mas quase não acreditou no que viu. Carinhosamente aconchegava debaixo das asas um pintainho que havia sido esquecido pela camponesa.
Dona Maria comoveu-se até às lágrimas. O pintainho poderia morrer por falta de comida, mas nunca por falta de amor! Que lição de amor para muitos pais!!!

Retirado do livro: "Histórias para Meditar", prof. Felipe Aquino
Imagem: Internet